Itapejara termina 2018 com saldo positivo de empregos formais.
Publicado em 24/01/2019

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), Itapejara fechou 2018 com saldo positivo na geração de empregos. Durante o ano foram admitidos 1.311 pessoas, destas 168 tiveram registro em carteira pela 1ª vez, outros 1.082 foram reempregados.

O CAGED também apresenta o número de desligamentos nas empresas. Nos 12 meses do ano passado 1.225 pessoas deixaram os postos de trabalho, 41 receberam dispensas com justa causa, outras 540 dispensas foram a pedido do funcionário. Ainda houve transferências, aposentadoria e desligamento por morte.

Entre os 10 municípios que compões a microrregião de Pato Branco, Itapejara encerrou 2018 em terceiro lugar na geração de empregos, total de 86 novos postos de trabalho.

Chopinzinho foi o município que mais gerou empregos no ano passado, total de 195. Na sequência vem Coronel Vivida com 178.

Dentre os municípios pertencentes a microrregião de Pato Branco, Saudade do Iguaçu teve o pior desempenho, encerrando o ano com saldo negativo de 165, ou seja, demitiu mais do que contratou.

Veja abaixo a posição de cada município pertencente a microrregião de Pato Branco.

Município

Variação Absoluta - 2018

Chopinzinho

195

Coronel Vivida

178

Itapejara D’Oeste

86

São João

72

Vitorino

51

Bom Sucesso do Sul

16

Sulina

02

Mariópolis

-13

Pato Branco

-150

10º

Saudade do Iguaçu

-165

 

Brasil

O Brasil encerrou 2018 com saldo positivo de 529,5 mil empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Esse foi o primeiro saldo positivo desde 2014, quando houve geração de 420,6 mil empregos formais.

O setor que gerou o maior saldo positivo de empregos formais foi o de serviços, com 398,6 mil, seguido pelo comércio (102 mil).

A administração pública foi a única a registrar saldo negativo, 4,19 mil.

De acordo com a secretaria, essas demissões no serviço público devem ter ocorrido pela restrição fiscal em estados e municípios e são referentes apenas a trabalhadores celetistas.

São Paulo foi o estado que mais gerou empregos (146,6 mil), seguido por Minas Gerais (81,9 mil) e Santa Catarina (41,7 mil).

Os maiores saldos negativos foram Mato Grosso do Sul (3,1 mil), Acre (961) e Roraima (397).

 

Por Ademir Hanzen - Essa matéria utiliza fontes da Agencia Brasil e Caged.



Postado por: Ademir Hanzen
Fotos: Divulgação